Conheça alguns sinais de que é hora de o idoso parar de dirigir...
- ricarddo de barros

- há 2 dias
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Não existe uma idade específica em que todo motorista precisa abandonar o volante no Brasil. A decisão depende das condições físicas, cognitivas e sensoriais de cada pessoa e deve envolver, quando necessário, familiares e profissionais de saúde. O desafio é reconhecer o momento em que dirigir deixa de ser uma atividade segura.
A validade da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) varia conforme a idade. Até os 49 anos, o exame de aptidão física e mental é exigido a cada dez anos. Dos 50 aos 69, o prazo cai para cinco anos. A partir dos 70, passa a ser de três anos.
A aprovação no exame, porém, não garante que a pessoa continuará apta durante todo esse período. O estado de saúde pode mudar, especialmente em idades mais avançadas. Por isso, alterações na visão, audição, mobilidade, memória, atenção ou velocidade dos reflexos devem ser avaliadas mesmo quando a CNH ainda está válida…
Em alguns casos, adaptações podem prolongar a autonomia. Câmbio automático, direção hidráulica, sensores, câmera de ré, GPS, retrovisores com maior campo de visão e sistemas de controles de velocidade, estabilidade e tração podem facilitar a tarefa. Esses recursos, no entanto, não substituem uma avaliação sobre a capacidade de dirigir com segurança.

Alguns sinais de que é hora de parar de dirigir
Algumas mudanças merecem atenção especial e podem indicar que é necessário reavaliar a capacidade de conduzir um veículo:
Problemas de visão:
Catarata, glaucoma e outras alterações visuais podem dificultar a identificação de obstáculos, placas, pedestres e outros veículos.
Reflexos mais lento…
Reflexos mais lentos: Demorar mais para reagir a uma freada, uma mudança inesperada no trânsito ou uma situação de risco pode aumentar a chance de acidentes.
Dificuldade para se movimentar:
Dores, rigidez e doenças osteo articulares podem comprometer movimentos necessários para girar o volante, fazer manobras ou acionar pedais e comandos.
Doenças neurológicas ou cardiovasculares:
Demências, sequelas de AVC e outras condições que afetam as funções cognitivas ou motoras podem limitar a capacidade de dirigir.
Uso de medicamentos que causam sonolência ou tontura:
Alguns remédios podem reduzir o estado de alerta, provocar tontura ou comprometer o tempo de reação. O efeito deve ser discutido com o médico…
Perda de atenção e concentração:
Dificuldade para acompanhar várias situações ao mesmo tempo ou manter o foco no trânsito pode comprometer a segurança.
Problemas de memória e orientação:
Esquecer caminhos conhecidos, perder-se em trajetos habituais ou demonstrar confusão sobre onde está são sinais que precisam ser investigados.
Os efeitos devem ser discutidos com o médico.
FONTE UOL




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